O que isso significa?
De forma bem resumida, esse crescimento indica um aumento na contratação de financiamentos imobiliários.
Agora você sabe para que serve o seguro no contrato de financiamento? Vamos entender!
Para que serve o seguro habitacional?
Os seguros habitacionais acompanham os financiamentos imobiliários. Eles protegem contra riscos pessoais dos mutuários e também contra riscos materiais do imóvel que serve como garantia.
No caso dos riscos pessoais, os familiares e herdeiros do mutuário podem ficar desobrigados do pagamento da dívida em situações de morte ou invalidez permanente.
Além disso, a instituição financeira pode receber a indenização como beneficiária. Dessa forma, o valor pode ser utilizado para quitar a dívida do contrato, conforme as condições da apólice.
MIP: Morte e Invalidez Permanente
No contrato de financiamento, o seguro pessoal recebe a sigla MIP. Ela significa Morte e Invalidez Permanente.
Ao contratar esse seguro, fique atento às condições da apólice. Afinal, podem existir situações de carência e exclusões de cobertura.
Por exemplo, em casos de suicídio, geralmente existe carência de dois anos. Além disso, algumas situações relacionadas a doenças ou acidentes anteriores à contratação podem interferir na cobertura.
Doenças manifestadas antes da assinatura do contrato também merecem atenção. Isso ocorre especialmente quando o mutuário já tinha conhecimento da condição e não a declarou na proposta de seguro ou na Declaração Pessoal de Saúde.
Da mesma forma, um acidente pessoal ocorrido antes da assinatura do contrato pode ter consequências sobre a cobertura.
Como funciona o cálculo?
Você sabe como o seguro MIP é calculado?
A soma da idade do proponente com o prazo do financiamento e eventuais renegociações não pode ultrapassar 80 anos e 6 meses, conforme a regra apresentada no conteúdo original.
Por isso, é importante conferir as condições específicas do seu contrato antes da contratação.
DFI: Danos Físicos ao Imóvel
Outro seguro que faz parte dessa apólice é o DFI, que significa Danos Físicos ao Imóvel.
Essa cobertura permite reparar ou repor o imóvel nas condições em que ele se encontrava antes do evento. Assim, o mutuário pode contar com proteção contra gastos adicionais decorrentes de um sinistro coberto.
Quais situações o DFI pode cobrir?
As coberturas básicas podem incluir diferentes tipos de eventos. Entre eles estão:
- Incêndio, raio e explosão;
- Vendaval;
- Desmoronamento total;
- Desmoronamento parcial;
- Destruição ou desabamento de paredes, vigas ou outros elementos estruturais;
- Ameaça de desmoronamento devidamente comprovada;
- Destelhamento;
- Inundação ou alagamento, inclusive quando decorrente de chuva.
No entanto, é importante conhecer as condições da apólice. A seguradora pode excluir determinados danos quando eles estiverem relacionados a situações não cobertas pelo contrato.
Quando o DFI pode não cobrir os danos?
Por exemplo, a cobertura pode não se aplicar a danos decorrentes de vícios de construção durante o período de cinco anos, conforme as condições mencionadas no conteúdo original.
Além disso, problemas relacionados à má conservação ou à falta de manutenção também podem afetar a cobertura.
Atos de autoridades públicas e situações envolvendo inimigos estrangeiros também aparecem entre as hipóteses mencionadas no texto original.
Por isso, antes de contratar ou acionar o seguro, é fundamental conhecer as condições, exclusões e demais regras previstas na apólice.
A partir de quando você está segurado?
Depois de tudo isso, afinal, a partir de que momento começa a cobertura?
A cobertura começa a partir da emissão e da assinatura do contrato de financiamento, conforme a informação apresentada no conteúdo original.
Por fim, lembre-se de que o seguro habitacional faz parte de uma operação de financiamento e possui regras específicas. Portanto, sempre confira as condições do seu contrato e da apólice antes de tomar qualquer decisão.




