Você sabia que a regularização imobiliária pode fazer toda a diferença na valorização e na segurança do seu imóvel? No Brasil, metade dos imóveis urbanos está irregular. Dos 60 milhões de domicílios urbanos, cerca de 30 milhões não possuem escritura, segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional (MIDR).
Além disso, um imóvel irregular pode perder entre 35% e 50% do seu valor de mercado, de acordo com a Associação de Notários e Registradores do Brasil. Por isso, manter a documentação correta é fundamental para quem pretende vender, financiar ou valorizar o patrimônio.
Um imóvel irregular não pode ser financiado, o que representa um grande problema em um país onde mais de 80% dos imóveis são adquiridos com financiamento. Em muitos casos, a irregularidade ocorre simplesmente por falta de conhecimento do proprietário.
Exemplos comuns de irregularidades
Entre as situações mais comuns de irregularidade imobiliária estão:
- Comprar o imóvel de loteadora, cooperativa ou construtora e não fazer a escritura ao finalizar o pagamento.
- Alterar a área construída sem realizar a devida regularização.
- Não averbar casamento, divórcio, quitação ou outros atos na matrícula do imóvel.
- Não realizar o inventário.
- Comprar um imóvel e não transferi-lo para o próprio nome.
Por que fazer a regularização imobiliária?
De modo geral, a regularização imobiliária é essencial para garantir a segurança jurídica do imóvel e preservar seu valor de mercado.
Além disso, manter toda a documentação em ordem facilita uma futura venda e pode permitir o acesso a financiamentos. Dessa forma, o proprietário evita problemas durante uma negociação e aumenta as possibilidades de valorização do patrimônio.
Por fim, antes de comprar ou vender um imóvel, vale verificar se a matrícula, a escritura e os demais documentos estão atualizados e de acordo com a situação real da propriedade.




